Qual Cidade desejamos fazer para as futuras gerações ?

Pirassununga


"Sonhar sozinho é só mais um sonho, juntos poderá vir a ser uma realidade..."





CULTURA

TRAÇANDO NOVOS MODELOS E SE PONDO A EXECUTAR

A cultura dever ser entendida como um direito de cada cidadão e cidadã, e não como um privilégio de quem pode pagar para ter acesso a ela. Da mesma forma, acreditamos na importância de romper com a idéia de cultura enquanto algo erudito, destinado aos poucos abastados. Queremos valorizar a diversidade cultural existente na cidade e seu entorno, que abrange uma gama de tradições, raças e povos distintos que, além de se expressarem, devem se reconhecer mutuamente.

NOSSAS PROPOSTAS PARA A CULTURA:

DEMOCRATIZAR O ACESSO AOS BENS E EQUIPAMENTOS CULTURAIS

É prioritário investir na construção de equipamentos como bibliotecas públicas, salas de teatro, salas de cinema, espaços de exposição, sobretudo nas comunidades onde o acesso à cultura ainda é restrito. Investir em cultura não significa apenas levar o espetáculo ao público periférico. É preciso também investir em formação que inclua a criação e ampliação das escolas livres de música, artes cênicas, audiovisual e uma política de oficinas...

RECUPERAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO NOSSO PATRIMÔNIO HISTÓRICO LOCAL

É preciso investir na preservação do patrimônio público histórico e cultural de Pirassununga. Para isso, é de suma importância a participação das comunidades e populações que ocupam estes espaços.

CRIAÇÃO DE UM PALANQUE-SHOW PÚBLICO COMO FORMA DE INTRODUZIR NOVOS ARTISTAS

Há efervescência artística e cultural espalhada por toda a cidade de Pirassununga e seu entorno, cabe re-lembrar que muitos artistas das cidades dos caminhos da àguas, Limeira, Araras, Leme, Porto Ferreira, Descalvado, Amparo, Serra Negra, Líndoia, Socorro, Águas de Líndoia , todos apresentam seus trabalhos na Rádio Cultura Municipal da Cidade de Amparo SP; de todas as matizes, estilos, sonoridades e linguagens. Mas essas se encontram excluídas pelos limites impostos pela indústria cultural. É preciso romper os limites que a indústria fonográfica impõe ao povo, criando possibilidades para produções artísticas diversas e incentivando o trabalho de artistas oriundos das classes mais populares.